"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

sábado, 30 de dezembro de 2017

Calendário paroquial 2017 – Paróquia de Santo Afonso (Fortaleza – Ceará)

 Os principais eventos da Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, em Fortaleza – Ceará, organizados pelos movimentos e pastorais  para o ano de 2017.

















Compartilhe:

segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

Tu scendi dalle stelle: música natalina de Santo Afonso


Paroquia Santo Afonso
Parquelândia - Fortaleza CE


Compartilhe:

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Gramado: férias na serra gaúcha - julho de 2018

Bela cidade, inesquecível!
Padre Geovane Saraiva
Parquelândia em Gramado,
na estação fria,
 período mais lindo do ano!

Resultado de imagem para hotel colina premium gramado
A imagem pode conter: atividades ao ar livre
A imagem pode conter: árvore, casa, atividades ao ar livre, natureza e água
A imagem pode conter: árvore, céu, atividades ao ar livre e natureza
Resultado de imagem para gramado: serra gaúcha - julho de 2018
A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre
Resultado de imagem para gramado no frio
Resultado de imagem para noite fria canela rs\
Resultado de imagem para gramado: serra gaúcha - julho de 2018
A imagem pode conter: atividades ao ar livre
Compartilhe:

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

http://domtotal.com/noticia/1211697/2017/11/monge-sem-convento/
http://domtotal.com/noticia/1176309/2017/08/tesouro-maior/








Compartilhe:

domingo, 10 de dezembro de 2017

Criaturas novas de Deus

Padre Geovane Saraiva*
Voltados à contemplação do mistério da encarnação, pensemos na eternidade, no mundo de Deus e com Deus, bem diferente, transfigurado e renovado. É importante que fique claro que não seremos outras criaturas, mas criaturas novas. A Igreja nasceu da fé na ressurreição, ressurreição essa entendida como esperança na verdadeira vida, e não num anestésico, que quer de nós somente isto: superar o absurdo da morte. No definitivo de Deus, a pessoa humana vê-se desvelada, quando se irrompe o absoluto de Deus na história da humanidade, salvando-a e deixando explícito que a salvação não depende apenas das realizações humanas.

É relevante nunca perder de vista que, com a morte, caem por terra todas as máscaras. Passou o tempo de as pessoas se esconderem, por mais que queiram usar de artifícios, fantasias e ficções. A esperança cristã transcende todas as esperanças terrenas, com seu ápice na vinda gloriosa de Cristo no fim dos tempos. Em Jesus de Nazaré a história encontra seu sentido último com a criatura humana reconciliada e pacificada no amor. É a revelação divina a nos assegurar que o reino de Deus está entre nós, que não é algo que se pode ver, mas que vai além do físico, penetrando nosso interior, devendo ser encontrado no próprio coração.

A liturgia do 2º Domingo do Advento nos fala do Dia do Senhor: o novo céu e a nova terra. Compreendamo-lo, evidentemente, como a vinda definitiva de Deus, como a revelação da presença de Deus sendo o Senhor da vida e da história. É bom que fique evidente que não é o fim da história, e sim o acabamento e a plenitude do homem e do mundo na história em Deus. Só mesmo com os olhos da fé, tendo por base o Novo Testamento, é possível a compreensão da história no seu verdadeiro sentido. É a esperança que transforma a morte em vida, reconciliando os homens entre si na vida solidária de irmãos uns dos outros.

Que Deus nos dê a graça, sempre maior, de nos convencer da sua obra como dom e bênção, e de sermos pessoas inseridas nessa obra. É o projeto de amor do nosso bom Deus a encher de esperança o coração de homens e mulheres de boa vontade, neste tempo de esperança e de renovação, libertando-nos de todo mal, na busca da fidelidade a Deus. Amém!
Compartilhe:

O Advento é um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, diz o Papa

Papa antes de rezar o Ângelus. Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

VATICANO, 10 Dez. 17 / 12:00 pm (ACI).- Antes de rezar o Ângelus na manhã de hoje, o Papa Francisco explicou novamente o significado do Advento e afirmou que é um momento propício para mudar de comportamento.

“É um tempo para reconhecer os vazios a serem preenchidos em nossa vida, para aplainar as asperezas do orgulho e criar espaço para Jesus que vem”, afirmou.

O Santo Padre assinalou que, por exemplo, “um vazio em nossa vida pode ser porque não rezamos ou rezamos pouco”. “O Advento é o momento favorável para rezar com mais intensidade, para reservar à vida espiritual o lugar importante que lhe cabe”.

“Outro vazio pode ser a falta de caridade para com o próximo, sobretudo em relação às pessoas que precisam de ajuda não só material, mas também espiritual”, porque “somos chamados a prestar mais atenção às necessidades dos outros, estar mais próximos”.

Francisco mencionou o exemplo de João Batista e assegurou que “as montes e as colinas que devem ser rebaixados são o orgulho, a soberbia e a prepotência”, logo depois incentivou a assumir “comportamentos de mansidão e humildade, sem repreender, mas ouvir, falar com mansidão e assim preparar a vinda de nosso Salvador que é manso e humilde de coração”.

O Papa citou outro exemplo: “Quando esperamos em casa a visita de uma pessoa querida, organizamos tudo com carinho e felicidade. Devemos fazer o mesmo para a vinda do Senhor: esperá-lo a cada dia com solicitude, para ser preenchidos com a sua graça quando ele vier”.

“O Salvador que esperamos é capaz de transformar a nossa vida com a sua graça, com força do Espírito Santo, com a força do amor”, concluiu.
Compartilhe:

Hoje é celebrado o Segundo Domingo do Advento e “uma voz grita no deserto”



REDAÇÃO CENTRAL, 10 Dez. 17 / 08:00 am (ACI).- Neste segundo domingo do Advento, “uma voz grita no deserto”, diz o Evangelho. É a voz de São João Batista que chama à conversão e, por isso, convida os fiéis a preparar o coração para o Senhor Jesus, com o Sacramento da Reconciliação.

Meditemos o Evangelho de hoje e acendamos em família a segunda vela da nossa Coroa com a liturgia familiar para celebrar o Advento.

Na segunda semana, a Igreja motiva a reconciliação com Deus mediante à confissão, que nos devolve a amizade com o Senhor, a qual se tinha perdido pelo pecado.

Nesse contexto, acender a segunda vela roxa da Coroa do Advento é sinal do processo de conversão que se está vivendo.

Para esses dias, é recomendado buscar os horários de confissões do templo mais próximo para aproveitar as graças que Deus derrama no Sacramento da Reconciliação.

Desta maneira, quando chegar o Natal, poderá estar bem preparado interiormente, unido a Jesus e aos irmãos na Eucaristia.

Evangelho: Mateus 3,1-12

Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judeia:

“Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo”.

João foi anunciado pelo profeta Isaías, que disse: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas!”.

João usava uma roupa feita de pelos de camelo e um cinturão de couro em torno dos rins; comia gafanhotos e mel do campo.

Os moradores de Jerusalém, de toda a Judeia e de todos os lugares em volta do rio Jordão vinham ao encontro de João. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão. Quando viu muitos fariseus e saduceus vindo para o batismo, João disse-lhes: “Raça de cobras venenosas, quem vos ensinou a fugir da ira que vai chegar? Produzi frutos que provem a vossa conversão. Não penseis que basta dizer: ‘Abraão é nosso pai’, porque eu vos digo: até mesmo destas pedras Deus pode fazer nascer filhos de Abraão.

O machado já está na raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada no fogo.

Eu vos batizo com água para a conversão, mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. Eu nem sou digno de carregar suas sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.

Ele está com a pá na mão; ele vai limpar sua eira e recolher seu trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga.
Compartilhe:

Direitos Humanos: Cáritas denuncia «efeito desestabilizador» das posições dos EUA sobre a cidade de Jerusalém

Agência Ecclesia 10 de Dezembro de 2017, às 11:32   
Jerusalém (OC/Agência ECCLESIA)  
   Jerusalém (OC/Agência ECCLESIA)
Organização católica evoca ainda vítimas de «discriminação» em Portugal

Lisboa, 10 dez 2017 (Ecclesia) – A Cáritas Portuguesa denunciou hoje o “efeito desestabilizador” da recente decisão dos EUA, ao reconhecer a cidade de Jerusalém como capital de Israel, numa nota que assinala o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

“Esta decisão unilateral dos EUA tem um efeito desestabilizador na região e já começou a provocar um aumento da violência. Este território e toda a região necessitam, desesperadamente, de iniciativas que promovam a paz e a reconciliação, e não de ações que possam gerar mais ódio e conflitos”, refere a organização católica, numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

A Cáritas diz viver com preocupação as “muitas situações em que os atos de terrorismo comprometem a paz entre os homens e entre as nações”.

“Particularmente atentos às mais recentes noticias que nos chegam do Médio Oriente, a Cáritas vive com profunda preocupação o anúncio recente, por parte dos Estados Unidos da América (EUA), sobre a cidade de Jerusalém”, acrescenta o texto.

Juntamente com as organizações membros da Confederação da Cáritas, presentes em 15 países do Médio Oriente e África do Norte, a Cáritas Portuguesa une-se ao Papa Francisco no seu apelo “para que todos se comprometam a respeitar o status quo da cidade, de acordo com as resoluções pertinentes das Nações Unidas".

Em relação à realidade nacional, a Cáritas Portuguesa “lembra todas as pessoas que, em Portugal, continuam a ser vítimas de qualquer tipo de discriminação” e reconhece o empenho de muitas organizações cívicas e religiosas na denúncia e resposta a essas agressões.

“Como organização da Igreja Católica, que tem por missão o desenvolvimento humano integral e a defesa do Bem Comum, não podemos deixar de celebrar este dia, renovando a nossa fidelidade à defesa incondicional dos direitos fundamentais da humanidade, da dignidade e do valor da pessoa humana, da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres”, assinala a organização de ação social e ajuda humanitária.

OC
Compartilhe:

Papa liga respeito pelos Direitos Humanos a «mundo sem armas nucleares»

Agência Ecclesia 10 de Dezembro de 2017, às 11:10       
Francisco saudou entrega do Nobel da Paz à Campanha Internacional para a abolição deste armamento


Cidade do Vaticano, 10 dez 2017 (Ecclesia) – O Papa associou-se hoje à celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos, que considerou ligados ao desarmamento nuclear, saudando a atribuição do Nobel da Paz à Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (ICAN, sigla em inglês).


“Esse reconhecimento, em coincidência com o Dia das Nações Unidas para os Direitos Humanos, sublinha a forte ligação entre direitos humanos e o desarmamento nuclear”, referiu, após a recitação da oração do ângelus, no Vaticano.

Perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, Francisco sustentou que o compromisso de tutelar a dignidade de todas as pessoas, “em particular as mais fracas e desfavorecidas”, implica também “trabalhar com determinação para construir um mundo sem armas nucleares”.

“Que Deus nos dê a capacidade de colaborar para construir a nossa casa comum: temos a liberdade e a inteligência de guiar a tecnologia, de limitar o nosso poder, ao serviço da paz e do verdadeiro progresso”, acrescentou.

No início deste mês, o Papa Francisco alertou para os riscos de uma guerra nuclear que coloque em risco a sobrevivência da humanidade, ao regressar ao Vaticano após visitar o Mianmar e o Bangladesh.

“Hoje estamos no limite da licitude de ter e usar as armas nucleares. Com o arsenal nuclear tão sofisticado que existe, arriscamo-nos à destruição da humanidade ou, pelo menos, de grande parte da humanidade”, referiu aos jornalistas que o acompanharam no voo entre Daca e Roma, num Boeing 777 da Biman.

Francisco apontou o dedo à “irracionalidade” dos líderes internacionais para justificar a mudança de visão no pontificado, dado que João Paulo II considerou a dissuasão nuclear como um recurso legítimo.

O pontífice evocou os casos de Hiroxima e Nagasáqui, no final da II Guerra Mundial, ou exemplos de acidentes como Chernobyl, “quando não se consegue ter controlo total da energia atómica”.

“Por isso, voltando às armas, que servem para ganhar, destruindo, digo: estamos no limite do que é lícito”, insistiu.

Um tratado para proibir armas nucleares em nível global foi adotado a 7 de julho pela Organização das Nações Unidas, apesar da oposição de várias potências nucleares.

OC
Compartilhe:

A «prostituição está a ser deslocada» e é «urgente a sensibilização»

Agência Ecclesia 09 de Dezembro de 2017, às 18:17  
DR - O Ninho  
DR - O Ninho
O trabalho de prevenção e sensibilização dos jovens é uma das apostas da IPSS 'O Ninho'

Lisboa, 09 dez 2017 (Ecclesia) - Dália Rodrigues, diretora técnica da Instituição O Ninho, diz “que a prostituição em Lisboa está a ser deslocada”, um problema real que precisa de uma nova abordagem.

“A diminuição de mulheres na rua não significa que não existe prostituição. Está a ser deslocada, para casas particulares ou fechadas, muitas vezes denominadas centros de massagens”, afirmou a diretora técnica da Instituição O Ninho, em entrevista à Agência ECCLESIA.

“Nestes casos tiramos os números e enviamos SmS’s a oferecer ajuda, deixando a morada e um e-mail de contacto”, referiu.

A Instituição Particular de Solidariedade Social católica (IPSS) 'O Ninho' está a comemorar 50 anos de fundação e faz o balanço de ter ajudado mais de 8 mil mulheres em situação de prostituição, das quais “90% já não voltaram, ou se voltam pedem ajuda rapidamente”.

Dália Rodrigues iniciou no Ninho através do atendimento e percorre muitas vezes as ruas de Lisboa.

“Vamos aos locais diretamente, vão sempre duas pessoas, falamos com elas, não dizemos de onde somos, para não haver exposição, há uma abordagem de empatia, nao julgamos ou colocamos qualquer preconceito.

A nossa posição é estar ali, quando precisar ajudamos no que for”, esclarece.

A trabalhar há 35 anos no Ninho está a assistente social Conceição Mendes, ela é uma das pessoas que faz o acompanhamento social e psicológico às mulheres que chegam e pedem ajuda.

“Estes serviços foram nascendo e aparecendo mediante as necessidades das mulheres”, conta.

Para esta assistente social a pobreza não é a causa única da entrada na prostituição e há “alguém que as coloca obrigadas ou de alguma forma cativadas”.

Atualmente há um trabalho de sensibilização que visa abrir horizontes e esclarecer as gerações mais novas sobre esta problemática.

“Até ao Natal temos trabalho de prevenção, com estudantes e vamos às escolas. É um trabalho fundamental na sensibilização dos jovens, esclarecendo que uma pessoa não é um objeto”.

Esta IPSS tem ainda as oficinas que promovem a transição do meio prostitucional para o mundo do trabalho de mulheres prostituídas, através da aprendizagem e do treino ao trabalho.

O Ninho é uma Instituição Particular de Solidariedade Social católica que tem por objetivo a promoção humana e social de mulheres vítimas da prostituição.

A Associação O Ninho recebeu o Prémio Direitos Humanos em 2003 e vai ser o tema central do programa Ecclesia na Antena 1 da rádio pública, neste domingo, no âmbito do dia Internacional dos Direitos Humanos a assinalar neste dia.

LS/SN
Compartilhe:

Pe. Geovane Saraiva

Pe. Geovane Saraiva

POSTAGENS POPULARES

SIGA-ME

Siga por e-mail

Tecnologia do Blogger.
Copyright © F.G. Saraiva | Powered by Blogger
Design by SimpleWpThemes | Blogger Theme by NewBloggerThemes.com