sábado, 21 de abril de 2018

Sábado Santo – Vigília Pascal – Paróquia Santo Afonso

Uma das celebrações mais importantes do calendário litúrgico, que precedem a Páscoa, a Vigília Pascal foi realizada na noite deste sábado (31), na Paróquia Santo Afonso, na Parquelândia, e foi presidida pelo padre Geovane Saraiva. A missa eucarística foi marcada por três momentos simbólicos: a bênção do fogo, a procissão do Círio e a proclamação da Páscoa. 
Confira nas imagens:

Créditos: Heliomárzio Moreira
PASCOM – Paróquia Santo Afonso

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil










quinta-feira, 19 de abril de 2018

Não ao irracional

Padre Geovane Saraiva*
O mundo como obra da criação de Deus deveria sempre mais favorecer a vida e a prosperidade como um todo, e nele a criatura humana como sua imagem e semelhança. Sendo assim, todos somos convidados a refletir e a gritar em alto e bom tom sobre o nefasto risco da irracionalidade dos que governam, quando vemos sempre mais comprometidos a vida e o direito de povos e nações. Vimos como Donald Trump agradece e comemora a cooperação da França e do Reino Unido, no ataque na madrugada de 14 de abril de 2018 contra a Síria: "missão cumprida". Sobre a ofensiva àquela população, Irmã Laudis, missionária brasileira da comunidade do Verbo Encarnado, que reside em Aleppo, no seu dadivoso testemunho do mistério da cruz Cristo, 
disse: "a verdade é que não queríamos acreditar que algo fosse acontecer".

Imagem do céu de Damasco nas primeiras horas do dia 14 de abril durante ofensiva dos Estados Unidos (Foto: AP Photo/Hassan Ammar)Que a ação de Trump não seja uma ruptura com a racionalidade, embaraçando ainda mais a vida no planeta. Que tal ação não desestimule a meta e o sonho das pessoas de boa vontade, na luta por um mundo solidário e de paz, no sentido de bem se interpretar os sinais de Deus a nos indicar os rumos de uma nova civilização, na firme convicção de que a criatura humana deve estar no centro de todo e qualquer planejamento econômico, social e cultural. Indignação, certamente, mas que seja na busca da dignidade ética e moral, de acordo com o projeto de Deus, na perseguição dos sinais de fraterna esperança e convivência harmônica e pacífica. 

No aniversário dos 292 anos da cidade de Fortaleza (13/04/2018), a quinta maior população brasileira, reflitamos e pensemos em uma civilização sólida e inclusiva, baseada nos princípios cristãos, ao contrário da história da Torre de Babel. Que fique bem clara a pretensão dos homens daquele tempo, que queriam construir uma cidade e uma torre, cujo ápice penetrasse nos céus. Os homens queriam mostrar que eles eram capazes de conseguir tudo sem Deus. Queriam mostrar que eles eram poderosos, capazes de superar Deus; isso acabou não dando em nada.

Jamais se pode pensar em construir ou sonhar com um povo forte, grande e civilizado sem Deus, como nos assegura o Salmo 127, 1s: "Se Deus não constrói a casa, em vão trabalham os seus construtores; se Deus não cuida da cidade, em vão vigiam as sentinelas". Deus quer, pela presença viva de Jesus, animar a vida de seu povo. A ressurreição de Jesus nos indica que, apesar de nossas limitações, medo e dúvida, sua tarefa da cruz prolonga-se através da ação humana, sustentada pela força vivificadora do seu Espírito. Amém!

*Padre, Jornalista, Colunista e Pároco de Santo Afonso, Parquelândia, Fortaleza-CE. Da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza geovanesaraiva@gmail.com

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Frades franciscanos adotam um cachorrinho abandonado: o resultado é só amor


Conheça o "Frei Bigodes"!

Frades franciscanos adotaram um cachorrinho que foi ali abandonado por uma família.
O cão virou de imediato o mascote dos Monges, e passou a ser chamado de “Frei Bigodes”.
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O peludinho também ganhou uma roupinha igual dos monges para usar em dias especiais.
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Citando uma das frases que mais parece uma oração de São Francisco, um dos Monges resumiu o porque acolheram o Frei Bigodes:
“Se existem homens que excluem a qualquer das criaturas de Deus do abrigo da compaixão e da misericórdia, haverá homens que tratam seus irmãos da mesma maneira.”
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(via Pazes)

STF: 4 ministros entendem que Maluf não tem direito a novo recurso; outros 3, sim; julgamento segue nesta quinta

Se ao final a maioria entender que cabe mais um recurso, deverá cair decisão do ano passado de Edson Fachin, que mandou prender o deputado. Com isso, Maluf poderá recorrer em liberdade.
Por Renan Ramalho e Fernanda Calgaro, G1, Brasília

18/04/2018
O ex-deputado Paulo Maluf ao deixar hospital em Brasília, em 17 de abril (Foto: Reprodução/TV Globo)
O ex-deputado Paulo Maluf ao deixar hospital em Brasília, em 17 de abril (Foto: Reprodução/TV Globo)

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar nesta quarta-feira (18) se concede ao deputado afastado Paulo Maluf (PP-SP), atualmente em prisão domiciliar, o direito de apresentar mais um recurso contra a condenação que sofreu no ano passado por lavagem de dinheiro.

Na sessão, quatro dos 11 ministros da Corte se manifestaram contra a possibilidade de mais um recurso: Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Outros três pelo direito de mais um recurso: Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski.

O julgamento será retomado nesta quinta (19) com os votos de Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Cármen Lúcia.

Condenado em maio, o deputado teve um primeiro recurso negado em outubro pela Primeira Turma do STF. Em dezembro, o ministro Edson Fachin rejeitou um segundo recurso e determinou o cumprimento da pena.

O que pode acontecer
Recurso permitido - Se ao final a maioria entender que cabe mais um recurso, a Corte deverá derrubar a decisão de Edson Fachin no ano passado que mandou prender o deputado. Com isso, Maluf poderá recorrer em plena liberdade, sem sequer a necessidade de permanecer em casa, como se encontra desde o início deste mês.
Recurso negado - Caso a maioria entenda que não cabe novo recurso no caso, os ministros ainda deverão decidir se mantêm uma decisão de abril, do ministro Dias Toffoli, que permitiu que Maluf cumprisse a pena em casa ou se determinam que ele volte à prisão em regime fechado.
Votos dos ministros
Edson Fachin - Defendeu sua decisão de rejeitar o segundo recurso, chamado “embargos infringentes”. Explicou que o recurso só poderia ser apresentado se, no julgamento que condenou Maluf, houvesse algum voto pela absolvição do deputado – o que não ocorreu. Na sessão desta quarta, Fachin citou outras decisões do STF que não reconhecem a possibilidade de se apresentarem embargos infringentes com base em voto por prescrição – por isso, concluiu recomendando a rejeição do pedido da defesa para apresentar mais um recurso.
Dias Toffoli - Divergiu de Fachin, defendendo a possibilidade de Maluf poder apresentar mais um recurso. Entendeu que, para isso, basta que no julgamento da condenação haja ao menos um voto “favorável” ao réu, não necessariamente pela absolvição. Argumentou que isso se torna mais necessário quando o processo é julgado “originariamente” no STF, isto é, tramita somente na própria Corte, em razão do foro privilegiado do deputado. Nesse caso, explicou o ministro, não há possibilidade de recurso a uma instância superior. “Sou pela ampla admissibilidade desse recurso”, disse.
Alexandre de Moraes - Também votou pela possibilidade de Maluf apresentar mais um recurso, com base num voto favorável que obteve no julgamento que o condenou, proferido por Marco Aurélio, em favor da prescrição do processo. “O direito de defesa inclui todos os recursos inerentes ao devido processo legal. O acesso aos recursos legalmente estabelecidos é integrante do direito à tutela judicial efetiva”, disse o ministro.
Luís Roberto Barroso - Acompanhou o relator, Edson Fachin, para rejeitar o pedido de Maluf. No voto, considerou que, para apresentação de mais um recurso, seriam necessários ao menos dois votos pela absolvição do deputado na Primeira Turma, composta por cinco ministros. “Não vejo qualquer motivo para essa altura da vida, em que o ideal seria suprimirmos embargos, alagarmos seu recebimento”, afirmou o ministro, ao propor regras mais rígidas para o recebimento de recursos no STF.
Rosa Weber - Também votou contra Maluf, para rejeitar novo recurso contra a condenação. Assim como Barroso, considerou que para isso seriam necessários dois votos pela absolvição do deputado, o que não ocorreu na época da condenação. “Como houve apenas um voto vencido e como a divergência nos dois temas não pertinem a juízo absolutório, concluo pela inadmissibilidade dos embargos infringentes”, disse a ministra.
Luiz Fux - Foi o quarto a votar contra o pedido de Maluf, para não aceitar um novo recurso. Argumentou que a condição para apresentação de embargos infringentes é a existência de uma divergência quanto à culpa ou inocência do acusado, não uma questão processual. “Foi 5 a 0 pela condenação [...] Em caso concreto [de Maluf], como entendo que não houve divergência, estou acompanhando o voto do relator”, disse o ministro.
Ricardo Lewandowski - Votou em favor do direito de Maluf apresentar mais um recurso. Disse que o país vive uma “situação excepcional”, lembrando o recente impeachment de Dilma Rousseff e a intervenção federal no Rio de Janeiro. “Temos que analisar com a maior amplitude possível, generosidade possível [...] No caso, o réu foi julgado em última e única instancia. Por isso entendo que a via recursal deve ser potencializada e não restringida”, disse o ministro.

Defesa de Maluf
No início do julgamento, da tribuna, o advogado de Maluf, Antônio Carlos de Almeida Castro, disse que a decisão de Toffoli, de 5 de abril, salvou a vida do deputado, internado na véspera.

Maluf chegou a ser internado em Brasília na madrugada anterior à decisão e depois foi para São Paulo, onde está internado desde o dia 6, no Hospital Sirio-Libanês. No último boletim médico divulgado pelo hospital na sexta-feira (13), os exames mostraram 'múltiplas metástases' ósseas.

“O paciente não foi tratado aqui em Brasília. O sistema penitenciário brasileiro não oferece condições de tratamento [...] A inabilidade, a depressão, a desnutrição, podem ser fatais. As pessoas viram farrapos. A pena de prisão passa a ser a pena de morte”, disse o advogado.

O advogado destacou ainda a idade de Maluf (86 anos), problemas de coração, câncer de próstata e dificuldade de mobilidade. “Está com metástase, perdendo a única visão que tem e hoje é cadeirante. Esta é a situação dramática por qual passa o paciente”, detalhou Kakay.

O advogado também defendeu a possibilidade de pedir a liberdade a um ministro do STF, contestando ato de outro ministro. Disse que, neste caso, a questão deve ser submetida ao plenário para decisão conjunta pelos demais ministros.

“Não há demérito em entrar com HC contra ato de ministro do Supremo. Vossas excelências podem muito, mas não podem tudo. Há possibilidade de erro. Não vejo por que. Um ministro do STF, qual é o demérito de ver submetida a decisão dele?”, afirmou.

No caso de Maluf, a defesa apresentou um habeas corpus, sorteado para análise de Dias Toffoli. Diante da situação de saúde do deputado, o ministro permitiu em abril que ele cumprisse a pena em casa.

Acusação
Representando a Procuradoria Geral da República (PGR), o vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros disse que, pela lei, a execução de uma pena não pode ser cumprida em casa – a prisão domiciliar só poderia ocorrer antes de uma condenação.


Medeiros também contestou o pedido da defesa para apresentar um novo recurso ao STF contra a condenação – se atendido, isso deixaria Maluf ficar em liberdade.

Explicou que a jurisprudência do STF só permite que se apresentem “embargos infringentes” – recurso com poder de rever uma condenação – se, no julgamento da ação, houver voto pela absolvição de um réu.

No caso de Maluf, não houve voto para inocentar o deputado, mas sim pela prescrição do caso, isto é, pela extinção da punição em razão da demora no processo.

https://g1.globo.com/politica/noticia/stf-4-ministros-entendem-que-maluf-nao-tem-direito-a-novo-recurso-outros-3-sim-julgamento-segue-nesta-quinta.ghtml

Juíza barra visita de Prêmio Nobel da Paz ao ex-presidente Lula

18 de Abril de 2018 por esmael | Comente agora

Em violação a chamada Regras de Mandela, tratado da ONU sobre o tratamento de presos, a juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou a inspeção do Prêmio Nobel da Paz, o argentino Adolfo Perez Esquivel à Superintendência da Polícia Federal onde está o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde o último dia 7.

Na decisão, a juíza ignorou o tratado, que tem a adesão do Brasil, e considerou apenas o posicionamento do Ministério Público Federal (MPF) de que não há previsão legal para este tipo de vistoria.

Em ofício encaminhando pelos advogados do Nobel ao Supremo Tribunal Federal (STF), ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e à Justiça Federal de Curitiba ele comunica que “na condição de Prêmio Nobel da Paz e presidente de Organismo de Tutela Internacional dos Direito Humanos (Serpaj)”, faria uma inspeção para avaliar as condições de prisão do ex-presidente.

De acordo com o tratado da ONU a inspeção não necessita de autorização do Judiciário brasileiro e se trata de um procedimento garantido pela legislação internacional.

Mas de acordo com a magistrada, ela não despreza as “Regras de Mandela” mencionadas nas petições de Pérez, mas lembra que elas são “recomendações”.

“Agregue-se que o requerente não apresenta fundamento concreto apto a embasar sua pretensão. Não há indicativo de violação a direitos dos custodiados no estabelecimento que se pretende inspecionar”, informa o despacho da juíza.

As informações são do portal Vermelho

Moro Vai Responder Por Tudo Que Acontecer Com Lula

RISCO DE MORTE?
Por Redação Click Política  Em 18 abr, 2018

POR ALEX SOLNIK

Um presidente ou ex-presidente não pode ficar preso por muito tempo porque não pode ficar preso em lugares convencionais. A história do Brasil mostrou isso em diversas ocasiões. Nenhum presidente ou ex-presidente ficou em presídio, nem por mais de seis meses. E quase sempre em prisão domiciliar.

Não pode ficar preso em presídios juntamente com outros presos, onde teria com quem conviver por falta de segurança: não faltam malucos que procuram se tornam célebres por assassinar pessoas famosas. Então nenhum presídio oferece segurança para um presidente.

Por isso Moro prendeu Lula numa sala da Polícia Federal. Mas isso também não resolve o problema. Embora seja muito mais confortável que uma cela da Papuda, é um espaço restrito para ele circular e o isolamento, a falta de socialização com outras pessoas pode ser um importante fator de desequilíbrio mental com o passar do tempo. É como ficar numa jaula. E nem animais aguentam ficar numa.

Não é saudável, portanto, ficar por muito tempo dentro de uma sala, com TV e banheiro privativo que seja. Melhor que na Papuda, mas igualmente prejudicial à saúde mental.

Daí vem a questão. Lula não pode ficar muito tempo na Polícia Federal, sob risco de afetar sua cabeça e muito menos num presídio. Nem é possível passar uma longa temporada sem convívio social além de visitas semanais, nem outra igualmente longa com convívio, mas sem segurança alguma.

Se Moro não pensou nisso quando o condenou a longos anos por um crime que ele não praticou, como se verificou, sobretudo, depois que as vísceras do “luxuoso” tríplex foram expostas à opinião pública, tem que começar a pensar.

A execução da sentença, que certamente será anulada quando chegar ao STF, é inviável. Não há onde mantê-lo preso com segurança e o estado é responsável pela integridade física de todos os cidadãos, sobretudo de um ex-presidente da República.

Em outras palavras, Moro será responsável por tudo o que vier a acontecer a Lula. Quanto mais cedo Lula recuperar a liberdade, melhor para Moro.


Redação Click Política

Sábado Santo – Vigília Pascal – Paróquia Santo Afonso

Uma das celebrações mais importantes do calendário litúrgico, que precedem a Páscoa, a Vigília Pascal foi realizada na noite deste sába...